Carrinhos de Choque


Esta semana li no Público que os carrinhos de choque andavam sem fiscalização, mesmo depois da morte da menina de seis anos. Uma situação muito triste.

Ao ler esta notícia lembrei das últimas vezes que fui andar de carros de choque. Não da última vez, pois esta foi o ano passado…

Falo daquelas vezes em que éramos garotos, e íamos de fato de treino para a feira de Maio em Leiria. Aquelas vezes, em que alguém conhecia um amigo, cujo pai conhecia alguém da feira que lhe arranjava mil fichas de carros de choque para gastar.

Lembram-se dos engates nos carros de choque? Começavam com uma “pantufada” num carro com umas meninas, depois trocavam-se os olhares e um risos… e depois, com muita sorte, trocavam-se um beijinhos e uns abraços (no verdadeiro sentido das palavras). Penso que estas relações não duravam muito tempo… Relações a começar com uma “pantufada”, não se podia esperar melhor.

Outra imagem clássica dos carros de choque, era o pessoal que andava nos carros de choque com capacete. Na altura, eram os maiores da rua deles que tinham o privilégio de usar capacete nos carrinhos de choque. No entanto, quer na altura, quer agora, já eram considerados meios parvos… mas… eram os maiores da rua deles.

Eram uns tempos engraçados… Confesso, que o ano passado fui andar de carros de choque e também me diverti muito =)

Agora, as fichas estão estupidamente caras!